Reformas simples que valorizam o imóvel

Algumas pessoas entram em pânico só de ouvir a palavra reforma. Claro, as primeiras coisas que nos vem a cabeça com relação a esta palavra é quebra-quebra, sujeira e bagunça generalizada durante uns bons dias. Mas não devemos nos esquecer que a recompensa vem depois. É muito prazeroso desfrutar da casa que sempre sonhamos com ambientes agradáveis, bonitos e aconchegantes. Existem várias maneiras de melhorar um imóvel e algumas intervenções simples podem valorizar nossos ambientes sem fazer um buraco no bolso. Confira algumas delas.
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Móveis planejados: ideias de marcenaria para te inspirar

A marcenaria planejada é um recurso muito vantajoso para qualquer ambiente. Podemos dizer que é um investimento e, apesar de custar um pouco mais caro do que móveis comprados prontos, ajuda a valorizar, decorar e organizar melhor os ambientes da casa. Claro, o fato de ser planejada permite que qualquer móvel se encaixe em seus ambientes como se fosse uma luva, suprindo suas necessidades e harmonizando a decoração. Trazemos alguns exemplos e ideias de móveis planejados para diferentes ambientes de sua casa.
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Engenharia Civil: conheça mais sobre essa profissão

O engenheiro civil é responsável por projetar, gerenciar e executar obras de todos os tipos: casas, prédios, estradas, barragens e muitas outras.

Além disso, é sua função garantir a inspeção e a manutenção de estruturas já construídas.

Essa é uma das profissões mais requisitadas, devido ao crescimento constante do setor, mesmo em meio às crises econômicas, e também pelos salários atrativos.

O que faz um engenheiro civil?

Existem muitas áreas de atuação para um engenheiro civil. Confira algumas delas:

  • Construção urbana, que envolve o projeto, a construção ou reforma de casas, prédios e grandes construções, como shoppings, aeroportos e estádios.
  • Estruturas e fundações, calculando o material necessário e as dimensões da obra para construir as estruturas de madeira, aço ou concreto que darão suporte à construção.
  • Infraestrutura e transporte, que envolve desde o projeto até a construção de túneis, viadutos, rodovias etc.
  • Hidráulica e recursos hídricos, como barragens, canais, reservatórios, sistemas de irrigação.

Qual a formação de um engenheiro civil?

O curso superior em Engenharia Civil sura cinco anos e é do tipo bacharelado.

Entre as matérias estudadas estão Física, Matemática e Química, além de disciplinas mais específicas para a profissão, como estruturas, hidráulica, saneamento e desenho técnico.

Além disso, o estudante deve passar por um estágio supervisionado ao final do curso.

A graduação em Engenharia Civil é oferecida por diversas universidades públicas e particulares.

Qual o salário de um engenheiro civil?

O salário de um engenheiro civil pode variar bastante, de acordo com a área e a função exercida. Mas, em média, esse valor pode ser de R$ 2.000 (estagiário) até R$ 20.000 (diretor).

O mercado de trabalho é bastante abrangente, então, mesmo com as oscilações na geração de empregos, essa é uma área em que vale a pena apostar.

Você se interessou pela profissão? Então, saiba mais sobre o mercado de trabalho na Construção Civil no Blog do Amigo Construtor.

Com informações do Guia do Estudante, Guia da Carreira e Portal da Engenharia

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Dicas para pedreiros iniciantes se destacarem no mercado

Quem está começando na carreira de pedreiro tem que lidar
com toda a competição do mercado: pedreiros mais experientes e mais conhecidos,
empreiteiras que contratam profissionais com maior conhecimento técnico, enfim,
toda a concorrência da área.

Mas isso não é motivo para você não se destacar, mesmo no início da carreira. Existem algumas práticas e atitudes que vão facilitar seu dia a dia na obra e no mercado. Por isso, trouxemos algumas dicas para te ajudar, confira!

Profissionalismo

Profissionalismo é a chave do sucesso para quem quer subir
na carreira, principalmente se você é iniciante. Isso envolve comprometimento
com horários e prazos, atenção
ao cliente
, respeito às normas da empresa e ética.

Além disso, para quem trabalha como autônomo, é necessário o
comprometimento com a obra no qual está trabalhando. É muito ruim para a sua
imagem pegar uma nova obra enquanto ainda está finalizando outra.

Organize seus trabalhos e converse com seus clientes para
não deixar ninguém na mão e perder a oportunidade de fidelizar um cliente.
Pense também na sua reputação, algo que é muito importante para quem trabalha por
conta própria.

Ferramentas

Investir em ter boas ferramentas
de trabalho é muito importante para que você  tenha competitividade, já que os profissionais
mais experientes, provavelmente, terão.

Se você investe em boas ferramentas, claro que cumprindo
outros itens desta lista, você conseguirá mais trabalhos.

No Google
Compras
, você consegue pesquisar e comparar preços de diversos produtos,
basta pesquisar a ferramenta que deseja comprar.

Conhecimento técnico

O trabalho do pedreiro envolve muito conhecimento técnico,
cálculos, materiais e ferramentas. Por isso, é de grande importância investir
em qualificação
profissional
. Assim, o profissional se destaca no mercado de trabalho, que
é cada vez mais competitivo, e tem uma maior quantidade de serviços que é capaz
de executar, o que garante que ele sempre terá clientes.

Recomendações de
materiais

Os pedreiros, principalmente os que trabalham de forma
autônoma, vão ser responsáveis por indicar os materiais de construção para a
obra e até mesmo comprá-los. Por isso, você precisa ter os melhores
materiais
na ponta da língua.

E é importante lembrar: o barato pode sair caro. Materiais
de qualidade são fundamentais para garantir a segurança da construção, então é
importante saber escolher pensando além da economia.

Se você gostou das dicas e quer mais informações para
alavancar a sua carreira, clique
aqui
.

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Casa com idosos: como deixar o lar mais funcional

Adaptar a casa
para idosos é manter o ambiente mais confortável e prático para todos. Os
ajustes não causam grandes impactos visuais nas residências, mas podem mudar a
vida dos mais velhos que vivem por lá.

Você sabia que o
Brasil deve chegar a ter 57 milhões de idosos (pessoas acima de 60 anos) até
2047*? Essa é quatro vezes a quantidade de idosos no país em 2017 e também
seria o mesmo que encher a cidade de São Paulo quatro vezes.

Assim, dá para imaginar o quanto é importante aumentar a acessibilidade para os idosos.

Confira algumas
dicas para mudar o ambiente a garantir essa sensação de pertencimento.

Pisos emborrachados e antiderrapantes

Talvez os
banheiros sejam a maior preocupação para quem pensa em transformar a casa em um
ambiente mais seguro para idosos.

Isso acontece
porque este cômodo da casa fica frequentemente molhado e, portanto,
escorregadio. Pisos como ardósia e porcelanatos dificultam ainda mais a
locomoção quando o ambiente está úmido, podendo levar a tombos perigosos.

Para evitar este
tipo de acidente, a melhor solução é optar por pisos emborrachados, antiderrapantes.
Esse cuidado é ainda mais importante em áreas de maior risco, como dentro e na
saída do box.

Barras de apoio e corrimões

Se há algum idoso — ou qualquer pessoa — com dificuldade para mobilidade, as barras de apoio irão ajudar a prevenir acidentes e também dar certa independência para que eles circulem com mais facilidade pelos cômodos da casa.

Rampas

Construir rampas
ou instalar rampas portáteis é a melhor solução para fugir das escadas. Esta
opção fará com que a locomoção seja menos desafiadora e muito mais dentro da
realidade dessas pessoas.

Escadas são
funcionais para quem não tem dificuldade de locomoção e nenhuma limitação
cognitiva. Por isso, quando usadas em espaços com idosos, podem se tornar
inimigas.

Caso não seja
possível tirar as escadas, instale corrimão dos dois lados, sinalização do
começo ao fim e pisos antiderrapantes em cada degrau.

Móveis sem quinas

Móveis com quinas
já são complicados para casas que possuem crianças, e muitas vezes todos acabam
se machucando com as pontas. Com os idosos, não seria diferente.

Opte por cantos
arredondados, móveis redondos ou acolchoados. Assim, você evita que batidas na
quina se tornem machucados feios. Outra opção é utilizar protetores de quinas,
que você encontra em lojas de materiais de construção.

Portas largas

A NBR 9050 faz
parte de uma série de regulamentações da Associação Brasileira de Normas
Técnicas, respaldada por diferentes profissionais do ramo da construção civil
com foco em acessibilidade.

Segundo essa
norma, para que as portas contemplem a acessibilidade em casa, elas devem ter
largura de pelo menos 80 centímetros e altura de 2,10 metros.

Desta maneira, há
espaços suficiente para idosos que sejam cadeirantes e evita desconforto.

Caminho livre

Circular nos
espaços da casa é primordial para garantir a independência de idosos. Sendo
assim, os lugares onde há circulação devem ser mais largos (1,20 metros, no
mínimo).

Outra boa dica é
livrar o caminho de bugigangas, adereços e fios que não acrescentam nada à funcionalidade do espaço. Geralmente,
com o passar dos anos, a visão periférica se perde, e esses obstáculos podem
gerar acidentes.

Evite tapetes e
cortinas e roupas de cama longas para fugir das quedas.

Iluminação

Iluminação é a chave quando se pensa em conforto para idosos. É necessário
que a iluminação seja uniforme para não criar manchas e sombras que distraiam
essas pessoas.

É preciso que
haja um reforço na cozinha e banheiro, mas também nos corredores para facilitar
a circulação na casa.

Pensar em uma casa que funcione para
idosos é pensar em uma casa que funcione para todos que moram lá, além de aumentar
a sensação de independência para quem está na terceira idade.

*Com informações do IBGE

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Energias renováveis: como utilizá-las em casa

 O uso da energia renovável para a produção de energia limpa e em harmonia com o meio ambiente é cada vez mais frequente também em casas e condomínios. E isso porque, além de ajudar a preservar nosso planeta é um sistema super interessante que pode trazer muitas vantagens para sua casa e principalmente para o seu bolso. Falaremos do tipo de energia renovável mais utilizada em residências e algumas de suas vantagens.   
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Dicas para assentar pisos: cerâmica e porcelanato

Assentar pisos, como cerâmicas e porcelanatos, é uma tarefa relativamente fácil e simples. A seguir, vamos explicar alguns cuidados necessários para conseguir realizar essa tarefa sem dificuldades.

Escolhendo a argamassa colante

Primeiro de tudo, é preciso saber qual argamassa colante
deve ser utilizada. A NBR 14081 classifica as argamassas em três principais
tipos: ACI, ACII e ACIII.

Via de regra, o uso de cada uma delas depende do tipo de assentamento
(interno ou externo) e o tipo de peça que será assentada (tamanho e material).

  • ACI – somente uso interno (somente para
    cerâmicas).
  • ACII – uso interno e externo (usualmente,
    somente para cerâmicas).
  • ACIII – uso interno e externo com maior
    aderência (normalmente, indicado para porcelanatos).
  • Além destes três tipos normatizados, existem
    ainda outras nomenclaturas, como Grandes Formatos, Piso sobre Piso etc., cada
    uma delas sendo específica para uma aplicação.

Para ter certeza qual tipo de argamassa é mais indicado, recomenda-se conferir na embalagem do produto ou consultar diretamente o fabricante, antes da compra.

Podem existir diferenças nas especificações de cada fabricante, como no tamanho máximo da peça a ser assentada, por exemplo.

Preparação prévia

Antes de começar o assentamento, é preciso ainda verificar
algumas coisas:

  • Regularidade da superfície – ausência de buracos
    ou lombadas.
  • As superfícies devem estar limpas, secas e livre
    de óleos ou tintas.
  • Já deve existir o caimento adequado – não é
    recomendado realizar correções de caimento ou irregularidade de piso com
    argamassa colante. Normalmente, as argamassas podem ser aplicadas somente em
    fina espessura (até 1 cm).

Paginação

Depois de já ter escolhido o tipo de argamassa colante ideal
e a superfície estar preparada, é necessário analisar como será feita a
paginação do piso. Ou seja, por onde você iniciará o assentamento e como ficará
o desenho final.

Primeiramente, é necessário avaliar se o cômodo está corretamente em esquadro, ou seja, se o todas as paredes formam um ângulo de 90º entre si. Para isso, a ferramenta mais adequada é o esquadro, tanto o convencional (Figura 1), como o laser (Figura 2).

Escolha do canto inicial

Estando o cômodo com todas as paredes em esquadro, inicia-se a colocação do piso por um dos cantos, à escolha de quem estiver fazendo a paginação.

Usualmente, as peças são deixadas cortadas em cantos onde haverá móveis ou cortinas, de forma que não se destaquem.

No exemplo abaixo, iniciou-se a colocação pelo canto inferior direito e foi necessário recortar as peças junto ao box e na parte superior do cômodo.

Figura 3 – Cômodo em esquadro (Fonte: Vivadecora)

Cômodo fora de esquadro

Caso o cômodo não apresente esquadro em todas as paredes, é necessário fazer uma análise com mais calma e pensar em uma paginação que permita o menor número possível de cortes, reduzindo as perdas.

Note que, no caso da Figura 4a, iniciou-se a paginação pelo
canto superior esquerdo, o que originou recortes na parte superior e inferior.  Mas nada impede que se começasse a paginação
pelo canto superior direito, como na Figura 4b, por exemplo.

A principal diferença na Figura 4b é que se usa menos peças
inteiras. Na Figura 4a, se tem 25 peças inteiras e 10 recortes pequenos. Na
Figura 4b, se teria 20 peças inteiras e 10 recortes maiores.

Se na obra já houver vários restos de cerâmicas, pode ser que seja interessante a paginação da Figura 4ª, para conseguir aproveitas estes pedaços.

Figura 4 – Cômodo fora de esquadro

Além disso, é sempre interessante se realizar o assentamento
do final do cômodo para a porta. Desta forma, se evita que o assentador pise e
desloque as peças recém-colocadas.

Feita a escolha da paginação, está na hora de começarmos o
assentamento das peças.

Assentamento

Para a mistura da argamassa, siga sempre a quantidade de água sugerida pelo fabricante na embalagem. Preferencialmente, use um balde graduado para realizar a medição corretamente. Excesso ou falta de água podem comprometer o desempenho da argamassa.

Sugere-se ainda sempre realizar esta mistura com
misturadores mecânicos (argamassadeira ou furadeira).

Utilize sempre uma desempenadeira com dimensões sugeridas
pelo fabricante da argamassa adquirida. Isso ajuda a garantir uma melhor
aderência.

Deve-se ter especial atenção às peças aplicadas externamente, ou com dimensões maiores do que 900cm² (30×30). Nestes casos, é necessária a realização de dupla colagem, ou seja, que seja aplicada argamassa colante tanto na base (contrapiso), quanto na placa cerâmica, conforme demonstrado na Figura 5.

Figura 5 – Dupla colagem (Fonte: PINIWeb)

Aplicação

Depois de misturada, a argamassa pode ser aplicada por até 2h-2,5h, variando de acordo com o fabricante.

Entretanto, após aplicada a argamassa na parede ou na peça cerâmica, é necessário que se realize a colagem em no máximo 20 minutos. Depois deste prazo, a placa pode não aderir bem à base e acabar soltando com o tempo.

Por isso, não é recomendado que se abra um pano maior que 1 m² por vez. Desta forma, é possível realizar a colagem sempre dentro de 20 minutos.

Após aplicar a peça no local, vá movimentando-a levemente para que chegue na posição correta e não esqueça de utilizar o espaçador.

Depois, bata na peça com um martelo de borracha para que a peça assente completamente sobre a argamassa, amassando os dentes criados anteriormente pela desempenadeira.

Retire o excesso de argamassa que sobe pelas juntas das
peças com uma espátula e limpe a superfície das peças cerâmicas com um pano
úmido ou esponja.

Repita essa operação até fechar todo o cômodo.

Feito isso, aguarde ao menos 72h (ou conforme indicado pelo
fabricante) para tráfego leve de pessoas e rejuntamento.  Normalmente após 10-15 dias o trafego já pode
ser liberado.

OBS: Recomenda-se sempre ler a ficha técnica do produto antes da utilização. Desta forma, você garante que a aplicação siga o recomendado pelo fabricante da argamassa colante.

Agora que você já sabe como assentar pisos, mãos à obra! Faça um belo acabamento e divulgue nas suas redes!

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Projetos PJV Arquitetura

Desde 2002 projetando com grande qualidade arquitetônica e construtiva em toda Santa Catarina.

Buscamos nossas referências no movimento moderno e na história da arquitetura, utilizando tais conhecimentos para produzir uma arquitetura com identidade própria, aliado a questões contemporâneas e se propondo a resolver problemas ligados a estrutura, ao programa, ao local e a tecnologia a ser utilizada, além de soluções racionais e ambientais para cada projeto, aliado sempre ao caráter formal que se almeja para cada edificação.

Os projetos arquitetônicos desenvolvidos pelo escritório complementam-se externamente através de eficientes parceiros responsáveis por outros aspectos técnicos da construção como cálculo de estruturas e de instalações, sistemas elétricos e hidráulicos.
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